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11/07/2019 14:35 | Autor: Editor

Brasil e Paraguai vão intensificar ações de vigilância sanitária na fronteira

Parceria foi firmada entre ministros da agricultura dos dois países


Um memorando de entendimento entre o Brasil e Paraguai para tratar de assuntos na área sanitária animal e vegetal foi o resultado da reunião entre a ministra da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, Tereza Cristina e o ministro da Agricultura do Paraguai, Denis Lichi.
De acordo com Tereza Cristina, no documento estão inclusos temas como: vazio sanitário, uso de defensivos agrícolas, época de plantio de soja, também sobre a construção de um banco de vacinas de aftosa entre os dois países.
No final da reunião foi acertado que a cada três ou quatro meses haverá uma reunião conjunta entre os dois países para avançar nesses temas.
A ministra estava acompanhada dos secretários de Comércio e Relações Internacionais, Orlando Ribeiro; de Política Agrícola, Eduardo Sampaio; de Defesa Agropecuária, José Guilherme Leal e; da Pesca, Jorge Seif.
Para o secretário de Defesa Agropecuária do Mapa, José Guilherme Leal, os acordos reforçam o controle nas fronteiras e dão mais credibilidade e segurança aos pecuaristas em relação aos seus rebanhos.
O secretário de Política Agrícola, Eduardo Sampaio, destacou a importância de coordenar com o Paraguai o calendário de plantio da soja.
Sobre a pesca, o secretário Jorge Seif, disse que o governo paraguaio deverá alterar legislação que permitirá a produção de tilápia no Lago de Itaipu.
Outro tema abordado na reunião foi um acordo proposto pela ministra entre o setor privado dos dois países sobre os períodos de exportação de arroz.
Segundo ela, a entrada do produto no Paraguai e no Brasil não envolve problema de volume, mas sim questões pontuais de impostos em determinados estados e o período de importação.
O problema de acordo com a ministra ocorre em todo o Mercosul, no Uruguai, no Paraguai e no Brasil.
Tereza Cristina comentou ainda que tem trabalhado juntamente com secretários do Mapa para ampliar mercados em vez de disputar espaço no Mercosul.