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17/05/2019 14:42 | Autor: Editor

Itaipu completa hoje o 45º Aniversário de sua constituição

Empresa comemora importantes marcas na sua história

Na década de 1970, brasileiros e paraguaios superaram desafios diplomáticos, tecnológicos e financeiros para construir a hidrelétrica de Itaipu, a maior usina do mundo em geração de energia elétrica, para garantir o desenvolvimento dos dois países e transformar a vida dos seus povos.
Brasil e Paraguai entravam numa nova fase de integração e desenvolvimento.
No dia 17 de maio de 1974, a Itaipu Binacional era constituída formalmente.
Depois, vieram novas superações, com uma sucessão quase ininterrupta de recordes de produção de energia elétrica limpa e renovável.
Em 2016, a usina brasileiro-paraguaia chegou ao topo de sua geração, garantindo o recorde mundial anual histórico, com 103,1 milhões de megawatts-hora.
O acumulado de energia produzida desde maio de 1984, quando Itaipu começou a operar, dez anos depois do início da construção, já soma 2 bilhões 630 milhões de MWh.
Essa energia toda é suficiente para iluminar o mundo inteiro por aproximadamente 40 dias.
Hoje, 45 anos depois de ser criada, a usina binacional se prepara para um novo marco de sua história: fortalecer laços de amizade com o país vizinho e a região do seu entorno para construir um legado de boas realizações, com resultados mensuráveis, em especial, para o Oeste do Paraná, no lado brasileiro da binacional, onde a usina está localizada.
Dentro dessas medidas estão a ampliação do Hospital Ministro Costa Cavalcanti, o mais importante da região de Foz do Iguaçu, com investimentos de mais de 64 milhões de reais; a mudança no escopo de convênios, parcerias e patrocínios, com a otimização de recursos e combate ao desperdício; e a migração dos quase 150 empregados que trabalham no escritório de Curitiba para Foz do Iguaçu, onde está o centro de comando da usina.
Outra iniciativa fundamental é o aporte financeiro para a construção da Ponte da Integração Brasil-Paraguai, entre Foz do Iguaçu e Presidente Franco.
Até agora, a única ligação terrestre nessa fronteira dos dois países é a Ponte da Amizade, sobre o Rio Paraná.
Com a segunda ponte, haverá uma grande transformação na região, com a geração de riquezas para ambos os países, com infraestrutura mais adequada, desafogando o trânsito pesado da Ponte da Amizade,, criação de empregos diretos e indiretos nos bairros adjacentes, como o Porto Meira, e também no lado paraguaio.
Todas as medidas anunciadas desde a posse do diretor-geral brasileiro, general Joaquim Silva e Luna, têm como premissa o bom emprego dos recursos públicos, com respeito ao dinheiro pago pelo consumidor pela energia elétrica.
As iniciativas estão sendo adotadas em consonância com as diretrizes de austeridade do governo federal.